Eu não tenho um criado mudo. Ok, não se pode ter tudo que se deseja mas eu realmente achei que depois da experiência de 23 invernos aproveitando o calorzinho debaixo de edredons e cobetores comprados por mamãe em Ibitinga e/ou Brás (nossa, deveria colocar mais vírgulas nesse período), eu faria uso de um criado mudo. A arquitetura do meu quarto não favorece muito este empreendimento. Minha cama compartilha seu lado esquerdo com uma parede na cor salmão (uma demão só! Consigo até ver uns detalhes brancos da massa corrida) e seu lado direito com um espaço de 10 cm e a lateral do guarda-roupa. Eu tenho usado esses 10 cm ultimamente mas eles não me satisfazem. Não tem gavetinhas com maçanetas prateadas como um criado mudo teria.
Criado mudo... este nome me intriga. Por que criado mudo? De fato, te serve de muitas formas, é base para os livros de leitura noturna (2 páginas lidas antes de pegar no sono), o celular, os brincos tirados na última hora porque estão machucando a orelha quando encostam no travesseiro, um copo de água, um par de óculos... é um criado. E mudo. Ok, por que eu suporia que uma peça de mobília pudesse falar? Acho o termo night table um tanto quanto mais adequado.
Quero um criado mudo!
Olha esse aqui que achei no primeiro resultado de imagens do Google. Foi criado pela designer Stephane de Sousa e tem uma parte para guardar um livro com a página marcada! Fabuloso isso!
Eu sempre quis uma escrivaninha, mas meu quarto tbm é pequeno.
ResponderExcluir