Essa estrangeira, que talvez jamais venha ser inteiramente a língua para mim, no sentido que o é minha língua materna, desestrutura o meu pensar, desorganiza minha sintaxe, rearruma espaços, cria efeitos de sentido novos, insuspeitados no meu dizer o mundo. Falando outra língua, sou em outro lugar, faço sentidos diversos do que faria se só conhecesse a minha.
(PIETROLONGO, 2001, p. 196-197) em http://ensino-estrangeiros.blogspot.com/

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