Como parte do meu estágio na matéria de POEB (Políticas e Organização da Educação Básica no Brasil), estou participando do grupo de Fotografia do Lab_Arte, um núcleo de atividades educacionais e artísticas na FE.
Pois é. Fotografia. Algo que nunca pensei em fazer. Lembro que quando estava na escola, as conversas sobre futuras profissões com minhas grandes amigas Joice e Bruna prometiam que eu seria jornalista, Joice se formaria em fisioterapia e Bruna seria fotógrafa. Acabou que eu virei professora, Bruna abraçou o jornalismo e a Joice, apesar de já ter casado (!), talvez seja única que ainda se enverede pelos ramos da profissão que havia escolhido aos 12 anos.
O bom é sempre aprender coisas diferentes e boas, que te re-novem cada vez mais. E foi isso que vi na chance de entender mais sobre a área de fotografia. Câmeras? Ainda não tenho. Só aquelas mais antigas que usávamos há muito tempo por aqui. Apesar que nos últimos tempos tive contato com uma super câmera do... do... é... ahn... enfim, não tenho mais contato com a câmera. De fato, não importa muito o equipamento que você usa, contanto que a foto saia do jeito que você previamente concebeu.
Abaixo está a primeira foto que produzi para as aulas. Ela deveria representar os sentimentos que tive durante a transmissão do filme Nascidos em Bórdeis, que conta a história de crianças que vivem nas regiões de bordéis na Índia, quase resignadas em meio a tanta pobreza e que vêem na fotografia uma chance real de serem alguém na vida. Recomendadíssimo!
A foto tenta representar as dificuldades, o feio, o desarrumado, as pedras no caminho, a escada sem degraus, o obstáculo, a parede em frente. A única esperança vem da janelinha ao lado.
Detalhe da luz do sol que apareceu bem no momento em que estava tirando a foto. Achei bem legal isso. :)
E aí, levo jeito pra coisa? #NOT

Nenhum comentário:
Postar um comentário