quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dilema: a salada de frutas

Conversando com minha irmã na praça de alimentação de um shopping qualquer, discutíamos uma questão deveras fundamental, que concorre em termos de pertinência com temas importantes como a eleição presidencial em outubro, o enriquecimento de urânio pelo Irã e a convocação de Neymar-Pantone para a Copa do Mundo: uma salada de frutas é considerada como tal a partir do momento que você corta as frutas e as coloca em uma tigela ou somente quando ela está embebida pelo suco de laranja?

Para esta persona que aqui voz fala, salada de frutas sem suco de laranjas não é salada de frutas. É um bando de frutas cortadas em cubinhos, só! O suco de laranja é o sopro da vida da salada, assim como o vinagre, o azeite e sal o são para a salada de alface e tomate. Simplesmente tem que ter, tipo Romeu sem Julieta, Claudinho sem Bochecha (um salve pro Bochecha!), sabe?

Isso me lembra a salada de frutas dos hotéis e restaurantes em Orlando. Melão, melão e uva. Variedade que impressionava. Se tinha suquinho de qualquer coisa para dar um sabor? Não. Só melão, melão e uva. Tristeza...


Olha só que belezura suculenta! Hum... Mamãe faz umas saladas de frutas ótemas também!


PS: Detalhe pra variedade dos marcadores desse post, hahaha!

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